Blog de Gleyson Lima Santos (Kakaroto) criado em 2004. Recém-ressuscitado.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Oremos
Orai por nosso falido Código de Processo Penal, que de tanto ir mal das pernas, já não se sustenta mais, nem agüenta aqueles que ofendem ou aqueles que são ofendidos.
E orai, sobretudo, amigos, pelo Inquérito Policial, para que este enfim encontre seu merecido descanso eterno, e reste só como mais uma de nossas mazelas históricas.
(Juntos:)
Ó, Pai, também pedimos pelos escrivães: cuida deles, Senhor.
Fazei deles doutores em paciência. E principalmente para aqueles lotados em delegacias de polícia, trazei-lhes sua luz, meu Pai.
Pedimos, pois que é de direito. Senhor, escutai a nossa prece.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Cartilha do advogado arrojado (I)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
AFK
Não sei mais escrever, agora só sei peticionar. Nada de desenvolver uma linha de pensamento pessoal, hoje só escrevo de acordo a lei e o caso estudado. Não sei mais redigir 30 linhas de espontaneidade, que dirá 2 laudas, o que faço é tuitar em até 140 caracteres. Importa-me o sintético. É o fim do analítico. Sério! Não é crítica. Até porque eu não mais saberia como escrever uma. É um desabafo.. uma constatação.. não me recordo da última vez que peguei meu caderninho da gaveta, na madrugada, e escrevi.. só por escrever.
Do que restou da protopoesia? Hoje fui reler alguns velhos e nem sequer tive coragem de refazê-los/corrigi-los (ímpeto que sempre acometia-me (sempre)). Agora vivo de “curtidas” e comentários, duas, três palavras no máximo. No meu email, sinceramente, há muito que nem entro mais, acho que tenho medo de que lá haja algum email que mereça uma resposta. Ora, o email é um espaço infinito, não há limitações. Como preencher um espaço tão grande ante nosso moderno mundo atual em que tudo anda, fala, pensa, transmite-se tão depressa?
Devo ter medo. Medo de que o que eu escreva já tenha sido escrito há apenas 2 minutes ago, ou talvez o meu receio seja de que minha opinião não interesse a quem me segue.. Isso explicaria o porquê de eu não mais dar opinião e simplesmente retuitar notícias. O que fazer? Sou mero produto do meio? Sim, concordo. Mas e aí, quer dizer que eu não tenho escolhas? Não pode ser só isso. (Acho que é isso também) Por que sempre queremos pôr a culpa em outra coisa? ... Agora já começo a divagar e a complicar para o leitor... Vê? Como não consigo escrever? Mas o que querem de mim? O que esperam? A faculdade me deixou BURRRO! Já assim explicou @salihamidzic e por isso não me despenderei no assunto.
Mas a despeito disso, que lhe interessam o que escrevo? Interessante ou não.. bom ou ruim.. para falar a verdade, acho que antigamente eu só escrevia porque achava bonito ver meus textos publicados no blog. Hoje parece que tudo que eu escrevo tem que ter uma serventia. Talvez seja esta a causa de meu receio. E se eu escrevesse sem ter por que, sem por e pra onde? Então possivelmente você não me levaria a sério. Mas quem realmente quer algo assim? Eu nem sei mais sobre o que eu estava falando no primeiro parágrafo. Bom, eu te avisei. Ê lelê..
sábado, 25 de abril de 2009
ANÚNCIO EM CARÁTER URGENTE
Procura(m)-se amigo(s) para beber, que fique(m) até o final da noite/festa.
(E que já não esteja corrompido pelo Castelo do Vinho, vale lembrar)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Desconstrução
Quero dizer que na vida há desenganos, desencontros, desilusões, muitos des-. Mas nenhum sobreleva-se à descoberta do ser, do seu – quero dizer nosso – ser, do seu modo de viver, do que você realmente quer, do que lhe agrada agora, seus sonhos pro futuro e o passado que você escolhe para aprimorar sua ocasião. Todos os -des, desamores, desaforos, desatinos, desprezos, são deslumbres de vertigem momentânea necessários na vida para o desenvolvimento do ser. O que seria de mim sem as desgraças, os desvarios, os desagradáveis desdéns? Ora, o destino pode não existir (não do modo como eu entendo), mas ele é muito bem elaborado. Há os descaminhos por um motivo, são precisos desarmamentos do ser que o conduzem a um desvio de conduta sempre (ou quase) evoluído em relação ao seu ethos anterior. Eu, se assim ousasse, poderia até dizer, são os -des que constroem o ethos, mas não de modo a distanciá-lo do nosso próprio ser original, se é que existe algo como o ser original, talvez sejamos sempre o nosso sujeito contemporâneo, talvez sejamos o que fazemos de nós mesmos, em síntese, o que quisermos ser.. daí o poder da vontade, do desejo e dos sonhos.. mas nada dessa conversa filosófica sobre ethos importa; e o que importa? [Os peitinhos da Engraçadinha?] Também, mas o que queria dizer era, se inda lembro: Importa que as desarmonias, os descalabros, as deslealdades, o desfortúnio e mesmo o que você porventura chamar de desvida não são mais que desembaraços da própria sabedoria da vida com fim ao encontro de você consigo mesmo, momento quando, acho eu, não haverá mais construção do ethos, só um sujeito descarado e, como muitos velhinhos que agora sabem quem são de verdade, desconstituidamente desavergonhado. Aiaiaiuiui.sábado, 8 de novembro de 2008
Sunset*
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
pensamento
imagem corpo sonho censura cinema bezerra Glauber Espanha adelante Marcelo 'mais tarde' pode ser eterno 'saudade' moça doce roupa corpo comida carne amigo Jorge deus uesb projeto prova marta colóquio dinheiro prazo Valéria alimentos tremedal merda não Salvador choro verdade fumaça mentira só paciência eternidade demais demias perigo egoísmo raiva poesia amor violão vida dura vou indo enfim além ainda mãe cabeça dor ventrículo maldade cama incenso esquecimento sono som camelo sono .. olhos arte vibrafone arrepio anjo quarto lânguidez amassado 'with starngers' bueno bueno hola que tal me voy ..
terça-feira, 13 de maio de 2008
Apoquente
Mas resignado, não me resta mais nada a não ser rezar todos os dias para que nosso senhor pai lá de cima (ou de baixo, whatever) não seja mal pagador de promessas, e faça cair sua suntuosa chuva de fogo e enxofre (salmos 10, 6). Mas sobre todos nós, senhor deus, não somente sobre os ímpios, contemple a todos.
Que se acabe a vida na terra! Que cesse toda essa putaria! ¡Basta de cachondeos! Para que dar vida ao ser humano, meu povo? Melhor seria se não existíssemos. Para que a Terra nos quer? Duvido que ela nos considere ainda bem-vindos. Que bem fazemos? Melhor seria todas as criaturas capazes vivendo em paz no oceano e já tava de bom tamanho.
Enfim..
Eu digo: Morte aos humanos!
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¹ (Ou o trenzinho para acender fogões não automáticos, que seja..)