Blog de Gleyson Lima Santos (Kakaroto) criado em 2004. Recém-ressuscitado.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Top 10 filmes de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Desconstrução
Quero dizer que na vida há desenganos, desencontros, desilusões, muitos des-. Mas nenhum sobreleva-se à descoberta do ser, do seu – quero dizer nosso – ser, do seu modo de viver, do que você realmente quer, do que lhe agrada agora, seus sonhos pro futuro e o passado que você escolhe para aprimorar sua ocasião. Todos os -des, desamores, desaforos, desatinos, desprezos, são deslumbres de vertigem momentânea necessários na vida para o desenvolvimento do ser. O que seria de mim sem as desgraças, os desvarios, os desagradáveis desdéns? Ora, o destino pode não existir (não do modo como eu entendo), mas ele é muito bem elaborado. Há os descaminhos por um motivo, são precisos desarmamentos do ser que o conduzem a um desvio de conduta sempre (ou quase) evoluído em relação ao seu ethos anterior. Eu, se assim ousasse, poderia até dizer, são os -des que constroem o ethos, mas não de modo a distanciá-lo do nosso próprio ser original, se é que existe algo como o ser original, talvez sejamos sempre o nosso sujeito contemporâneo, talvez sejamos o que fazemos de nós mesmos, em síntese, o que quisermos ser.. daí o poder da vontade, do desejo e dos sonhos.. mas nada dessa conversa filosófica sobre ethos importa; e o que importa? [Os peitinhos da Engraçadinha?] Também, mas o que queria dizer era, se inda lembro: Importa que as desarmonias, os descalabros, as deslealdades, o desfortúnio e mesmo o que você porventura chamar de desvida não são mais que desembaraços da própria sabedoria da vida com fim ao encontro de você consigo mesmo, momento quando, acho eu, não haverá mais construção do ethos, só um sujeito descarado e, como muitos velhinhos que agora sabem quem são de verdade, desconstituidamente desavergonhado. Aiaiaiuiui.sábado, 8 de novembro de 2008
Sunset*
The sun goes down on my mind
And gardens of beauty I see
How could I wish not to be
Between flowers of a rose girl eyes
The children out of me
Are the baby out to mine
As the love of all things
Is the lack inside my life
* Esse poema era pra ser um poema alegre, contente e saltitante, e terminou sendo um daqueles a que chamam melancólico.. também ia ser sobre um assunto insosso – bonitas paisagens imaginativas – acabou como uma síntese dos, digamos assim, feelings of myself. Enfim, isso é isso e nunca fui aquilo. Sim, sim.. “quem é mais sentimental que eu?” Blá blá blá..
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Ain't no ...
No time for you, baby
No time for me
No time for all
all that all we need
It won't work it out
My plans my needs my will
What can we expect?
I'd rather be here, still
Life ain't difficult
We, in fact, are too young
How can we be so mad?
Got no clock no nazi soup
I couldn't be myself
And time does not go back..
No time for me
No time for all
all that all we need
It won't work it out
My plans my needs my will
What can we expect?
I'd rather be here, still
Life ain't difficult
We, in fact, are too young
How can we be so mad?
Got no clock no nazi soup
I couldn't be myself
And time does not go back..
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
pensamento
imagem corpo sonho censura cinema bezerra Glauber Espanha adelante Marcelo 'mais tarde' pode ser eterno 'saudade' moça doce roupa corpo comida carne amigo Jorge deus uesb projeto prova marta colóquio dinheiro prazo Valéria alimentos tremedal merda não Salvador choro verdade fumaça mentira só paciência eternidade demais demias perigo egoísmo raiva poesia amor violão vida dura vou indo enfim além ainda mãe cabeça dor ventrículo maldade cama incenso esquecimento sono som camelo sono .. olhos arte vibrafone arrepio anjo quarto lânguidez amassado 'with starngers' bueno bueno hola que tal me voy ..
sábado, 13 de setembro de 2008
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